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Whoosh injeta R$ 100 milhões para dobrar frota de patinetes no Brasil até dezembro

Publicado em 27 de setembro de 2026 Como avaliamos
A Whoosh, empresa de patinetes elétricos compartilhados, anunciou um investimento de R$ 100 milhões para expandir sua operação no Brasil até dezembro de 2026. A meta é dobrar a frota, de 10 mil para 20 mil patinetes, e saltar de 7 para 15 cidades. A empresa aposta em um modelo mais sustentável, baseado em assinaturas, após a saída de concorrentes como Lime e Grow.

Destaques

  • Whoosh vai investir R$ 100 milhões para expandir no Brasil, elevando o total investido desde sua chegada em 2023 para R$ 340 milhões.
  • A meta é chegar a 15 cidades e 20 mil patinetes em operação até dezembro de 2026, dobrando a presença atual.
  • A empresa já soma cerca de 1,8 milhão de usuários no Brasil e opera com lucro na maioria das cidades, exceto nas mais recentes.
  • A estratégia de expansão é gradual, focando em integração com transporte público e percursos curtos de até 2 km.
  • A Whoosh recebeu pedidos de expansão de mais de 40 prefeituras, com foco inicial na região Centro-Oeste.

A Whoosh, empresa russa de patinetes elétricos compartilhados, anunciou um novo aporte de R$ 100 milhões para acelerar sua expansão no Brasil. O plano, divulgado em 2026, prevê dobrar a frota nacional, de 10 mil para 20 mil patinetes, e saltar de 7 para 15 cidades até dezembro deste ano. A movimentação marca uma nova tentativa no setor de micromobilidade, que viu gigantes como Lime e Grow deixarem o país, com a Whoosh apostando em um modelo que alega ser financeiramente mais sólido e focado em trajetos curtos e integração com o transporte público.

Linha do tempo

  1. Junho de 2023Whoosh chega ao Brasil, iniciando suas operações em Florianópolis.
  2. 2023-2025Expansão gradual para Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Campos do Jordão e Curitiba, totalizando 7 cidades e cerca de 10 mil patinetes.
  3. 2026Anúncio de investimento de R$ 100 milhões. Meta de chegar a 15 cidades e 20 mil patinetes em operação até dezembro.

Perguntas frequentes

Quanto a Whoosh já investiu no Brasil?

Com o novo aporte de R$ 100 milhões anunciado em 2026, o total investido pela Whoosh no Brasil desde sua chegada, em junho de 2023, chega a R$ 340 milhões.

Onde a Whoosh opera atualmente?

A empresa atua em 7 cidades: Florianópolis (a primeira), Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Campos do Jordão e Curitiba.

A Whoosh dá lucro no Brasil?

Segundo a empresa, a operação brasileira já é lucrativa em todas as cidades onde está presente, com exceção das duas mais novas: Campos do Jordão e Curitiba, que ainda estão se estabelecendo.

No que a Whoosh é diferente da Lime?

A Whoosh aposta fortemente em planos de assinatura para garantir receita recorrente, usa tecnologia nos patinetes para reduzir perdas e vandalismo, e expande de forma gradual, só indo para uma nova cidade após consolidar a operação na anterior.

Para onde a Whoosh vai expandir?

A lista final das 15 cidades ainda não está fechada, mas a empresa recebeu pedidos de mais de 40 municípios. A região Centro-Oeste, com cidades como Campo Grande e Goiânia, deve ser o próximo foco de expansão.

Fontes

  1. Whoosh investe R$ 100 mi para dobrar de tamanho, em nova onda de patinetes no Brasil

Ficha técnica

Investimento anunciado
R$ 100 milhões 1
Investimento total desde chegada ao Brasil
R$ 340 milhões 1
Data de chegada ao Brasil
junho de 2023 1
Cidades atuais
7 (Florianópolis, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Campos do Jordão, Curitiba) 1
Cidades planejadas até dezembro
15 1
Frota atual de patinetes
10 mil 1
Frota planejada até dezembro
20 mil 1
Usuários no Brasil
1,8 milhão 1
Distância média de percurso
2 quilômetros 1
Pedidos de expansão recebidos
40 municípios 1

Prós e contras

A favor

  • Empresa opera com lucro na maioria das cidades onde atua.
  • Patinetes possuem tecnologia avançada que reduz perdas e vandalismo.
  • Modelo de negócio baseado em assinaturas mensais e anuais garante receita recorrente.
  • Estratégia de expansão gradual, abrindo novas cidades somente após equilibrar as atuais.
  • Foco em integração com transporte público e percursos curtos de até 2 km.

Contra

  • Vandalismo é comum nas primeiras operações em cidades novas.
  • As operações mais recentes, em Campos do Jordão e Curitiba, ainda não são lucrativas.
  • Setor é volátil, como demonstrou o fracasso de operadoras anteriores como Lime e Grow.
  • Cidades com alta pluviosidade ou terreno acidentado não são adequadas para a operação.

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